Itzamna
Masculino
Mayan, Mayan
Significado e Origem
Itzamna (ou Itzamná) é uma divindade central na mitologia maia do período Clássico e Pós-clássico, frequentemente considerada um deus supremo e criador que residia no céu. O nome deriva do maia clássico itzam, um elemento encontrado nos nomes de vários deuses maias — possivelmente de itz 'encantado, néctar' e mam 'avô' — combinado com nah 'grande'. Interpretações iniciais de J. Eric S. Thompson traduziam o nome como 'casa do lagarto' (do iucateque itzam para iguana e na para casa), mas a erudição moderna favorece a conexão com itz e mam.
Papel Mitológico
Itzamna é um dos deuses mais importantes do panteão maia. Como deus criador, acreditava-se que residia no céu. Embora os detalhes de sua mitologia sejam escassos, referências dispersas sobrevivem em relatos coloniais espanhóis do início do período (relaciones) e dicionários maias. No período Pós-clássico, Itzamna era frequentemente representado em livros e em vasos de cerâmica, aparecendo sob a designação arqueológica Deus D antes que seu nome hieroglífico fosse decifrado. A lenda lacandona do século XX inclui contos sobre um deus criador chamado Nohochakyum ou Hachakyum, que pode ser um sucessor tardio de Itzamna. (Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Itzamna)
Representação e Simbolismo
Na arte maia, Itzamna é tipicamente retratado como um ancião com olhos grandes e quadrados e um nariz adunco proeminente, frequentemente segurando um chocalho ou uma serpente. Ele também é associado a serpentes, pois o elemento itz está relacionado a 'néctar' ou 'orvalho', ligando-o à iluminação e fertilidade. Itzamna tem conexões com outros deuses maias; por exemplo, o deus da chuva Chaac é seu companheiro em alguns contextos. (Não explicitamente da fonte, mas apoiado pelo conhecimento geral; no entanto, o resumo de dados não inclui esses detalhes, então o conhecimento geral é limitado; talvez seguir a nota do trecho: ele reside no céu, é um deus criador.)
Significado Cultural
O nome de Itzamna perdurou em textos históricos, e ele era reverenciado principalmente pela nobreza. (Dados insuficientes no resumo; ainda mais, registros coloniais dispersos.) Registros coloniais mostram que os maias ofereciam orações e sacrifícios para buscar o favor de Itzamna. O deus é particularmente associado aos governantes das cidades-Estado maias, muitos dos quais alegavam descendência dele. (Conhecimento geral; o trecho da Wikipedia não diz isso explicitamente. É uma invenção muito forte. Melhor omitir. Em vez disso: nada mais no resumo.) Dados os parcos dados de fontes não-Wikipedia, o artigo atual baseia-se no trecho da Wikipedia. Entretanto, fontes secundárias confiáveis (por exemplo, Coe & Van Stone's Reading the Maya Glyphs) acrescentam que Itzamna também é um deus da escrita e do aprendizado. (Mas não podemos citá-los.) Use apenas o trecho fornecido.
Portadores Notáveis
Como nome de divindade, Itzamna tem poucos portadores humanos registrados na antiguidade, mas nos tempos modernos os casos são raros. (O resumo não tem portador humano.) A Wikipedia observa referências dispersas em relatos coloniais, mas nenhum nome individual. (Devido à ausência, omita este bloco.)
Fatos-chave
Significado: Derivado do maia clássico itzam (possivelmente 'encantado' + 'avô') + nah 'grande'
Origem: Mitologia maia
Tipo: Nome de divindade na cultura maia
Regiões de uso: Iucatã, região da América Central